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Marcos Resende Coisas

Marcos Resende Coisas

Coisas do Barão de Itararé

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Índice Coisas ◦ Índice Geral

 

01.
Negociata é um bom negócio para o qual não fomos convidados.

02.
As mulheres de certa idade não têm idade certa.

03
Anistia é um ato pelo qual o governo resolve perdoar generosamente as injustiças que ele mesmo cometeu.

04.
O coração do bicheiro não tem palpitações; tem palpites.

05.
Mulher bonita não regenera: descansa.

06.
Há qualquer coisa no ar, além dos aviões de carreira.

07.
A mulher deve casar. O homem, não.

08.
Há mulheres que amam um homem só. Um só de cada vez.

09.
É melhor dois marimbondos voando do que um na mão.

10.
Quando pobre come frango, um dos dois está doente.

11.
O que se leva desta vida é a vida que a gente leva.

12.
O banco é uma instituição que empresta dinheiro à gente, se a gente apresentar provas suficientes de que não precisa de dinheiro.

13.
O orçamento é uma conta que se fez para saber como aplicar o dinheiro que já se gastou.

14.
A forca é o mais desagradável dos instrumentos de corda.

15.
O Brasil é feito por nós. Está na hora de desatar esses nós.

16.
No Brasil, a vida pública é muitas vezes continuação da privada.

17.
O político brasileiro é um sujeito que vive às claras, aproveitando as gemas sem desprezar as cascas.

18.
Os vivos são sempre e cada vez mais governados pelos mais vivos.

19.
Café Filho não passa de um reles café requentado de panela, um cafezinho, um café filho.

A criança diz o que faz, o velho diz o que fez e o idiota o que vai fazer.
 
Dizes-me com quem andas e eu te direi se vou contigo.
 
Sábio é o homem que chega a ter consciência da sua ignorância.
 
Não é triste mudar de ideias, triste é não ter ideias para mudar.
 
Mantenha a cabeça fria, se quiser ideias frescas.
 
O tambor faz muito barulho, mas é vazio por dentro.
 
Genro é um homem casado com uma mulher cuja mãe se mete em tudo.
 
Neurastenia é doença de gente rica. Pobre neurastênico é malcriado.
 

De onde menos se espera, daí é que não sai nada.

Quem empresta, adeus.

Pobre, quando mete a mão no bolso, só tira os cinco dedos.

O banco é uma instituição que empresta dinheiro à gente se a gente apresentar provas suficientes de que não precisa de dinheiro.

Tudo seria fácil se não fossem as dificuldades.

A televisão é a maior maravilha da ciência a serviço da imbecilidade humana.

Este mundo é redondo, mas está ficando muito chato.

Precisa-se de uma boa datilógrafa. Se for boa mesmo, não precisa ser datilógrafa.

O fígado faz muito mal à bebida.

O casamento é uma tragédia em dois atos: um civil e um religioso.

A alma humana, como os bolsos da batina de padre, tem mistérios insondáveis.

Eu Cavo, Tu Cavas, Ele Cava, Nós Cavamos, Vós Cavais, Eles Cavam. Não é bonito, nem rima, mas é profundo…

Tudo é relativo: o tempo que dura um minuto depende de que lado da porta do banheiro você está.

Nunca desista do seu sonho. Se acabou numa padaria, procure em outra!

Devo tanto que, se eu chamar alguém de “meu bem”, o banco toma!

Viva cada dia como se fosse o último. Um dia você acerta…

Tempo é dinheiro. Paguemos, portanto, as nossas dívidas com o tempo.

As duas cobras que estão no anel do médico significam que o médico cobra duas vezes, isto é, se cura, cobra, e se mata, cobra.

O voto deve ser rigorosamente secreto. Só assim, afinal, o eleitor não terá vergonha de votar no seu candidato.

Em todas as famílias há sempre um imbecil. É horrível, portanto, a situação do filho único.

Negociata é um bom negócio para o qual não fomos convidados.

Quem não muda de caminho é trem.

A moral dos políticos é como elevador: sobe e desce. Mas em geral enguiça por falta de energia, ou então não funciona definitivamente, deixando desesperados os infelizes que confiam nele.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
20.
No final de uma reportagem policial cheia de detalhes, um jovem jornalista do interior escreve este precioso esclarecimento: "Pelos elementos encontrados, concluiu-se que o assassino queria roubar. Mas, como, na véspera, a vítima havia depositado num banco todo o dinheiro que tinha, perdeu apenas a vida."

21.
O caso, dizem que ocorreu com o deputado gaúcho Flores da Cunha. Certa vez, teria ele recebido a visita de um amigo que iria servir de testemunha num duelo. O amigo lhe transmitiu esta notícia:
— O seu adversário insiste num duelo a pistola e a cinquenta passos.
E o velho gaúcho:
— Concordo com os cinquenta passos, Mas, prefiro o duelo a espada.

22.
O mendigo ao granfino, à porta de um restaurante:
— Tenha compaixão de um pobre cego, com mulher e uma penca de filhos.
— Quantos filhos você tem? — pergunta o granfino.
— Não sei dizer. Sou cego.

23.
Um cientista alemão, acompanhado de um intérprete, estava visitando as tribos da África. Numa delas, conversa vai, conversa vem — foi insultado pelo chefe da tribo. O alemão, vermelho de raiva, dá uma violenta bofetada no intérprete, dizendo-lhe:
— Traduza isto para este miserável!

24.
Em visita ao seu amigo Artur, o Alfredo — ao entrar na sala — dá de cara com uma belíssima pele de urso estendida no chão.
— A que animal pertence esta pele? — pergunta cheio de admiração.
— Pertence a este seu amigo!

25.
O rapaz ia se casar e — sendo católico — foi se confessar. Tendo contado vários pecados, o padre, no final, o absolveu.
— Mas, padre Júlio, o senhor não vai me dar nenhuma penitência? — estranhou o jovem.
— Pra que, meu filho? Você já vai se casar...
 

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